Exames da mama
Avaliação de mamografia, ultrassonografia e outros exames da mama com a mastologista Dra. Larissa Nobre de Lima, em Pouso Alegre (MG)
Ao receber o laudo de uma mamografia ou de um ultrassom das mamas, é comum encontrar a sigla BI-RADS seguida de um número. Esse sistema, criado pelo Colégio Americano de Radiologia (ACR) e usado no mundo inteiro, padroniza a forma como o radiologista descreve os achados e indica qual deve ser o próximo passo.
O número do BI-RADS não é um diagnóstico por si só: ele resume o grau de suspeita do exame. A conduta é definida pelo médico que acompanha a paciente, considerando também a idade, o histórico familiar, o exame físico das mamas e a comparação com exames anteriores.
Importante: a Dra. Larissa não realiza a mamografia — o exame é feito em clínicas de imagem. O papel da mastologista é avaliar e interpretar o resultado junto com você, examinar as mamas e definir o que fazer a seguir.
O exame precisa de complementação antes de receber uma classificação final.
Conduta habitual: Incidências adicionais, ultrassonografia ou comparação com exames anteriores.
Nenhuma alteração encontrada.
Conduta habitual: Manter o rastreamento de rotina.
Há uma alteração, mas com características claramente benignas (ex.: cisto simples, linfonodo intramamário).
Conduta habitual: Manter o rastreamento de rotina.
Chance de malignidade de até 2%.
Conduta habitual: Controle de curto intervalo — em geral, novo exame em cerca de 6 meses e acompanhamento por cerca de 2 anos.
Chance de malignidade entre 2% e 95%.
Conduta habitual: Biópsia para esclarecer o diagnóstico.
Chance de malignidade de 95% ou mais.
Conduta habitual: Biópsia para confirmação e planejamento do tratamento.
Câncer já confirmado por biópsia, antes do tratamento definitivo.
Conduta habitual: Planejamento do tratamento com o mastologista e a equipe multidisciplinar.
Quando a biópsia é indicada (BI-RADS 4 ou 5), a Dra. Larissa realiza a core-biopsy, uma biópsia guiada por imagem, feita com anestesia local e sem necessidade de cirurgia.
Os percentuais seguem o sistema BI-RADS (ACR, 5ª edição). A conduta de cada paciente é sempre individualizada.
Além da categoria BI-RADS, o laudo da mamografia costuma informar a densidade das mamas, classificada em quatro níveis:
Ter mamas densas (C ou D) é comum, principalmente em mulheres mais jovens, e não é uma doença. Porém, o tecido denso pode dificultar a visualização de alterações na mamografia — por isso, em alguns casos, a mastologista indica a ultrassonografia como exame complementar.
Quando indicado, a Dra. Larissa realiza a ultrassonografia das mamas durante a própria consulta, em todos os locais de atendimento. Isso permite complementar o exame físico e esclarecer dúvidas com mais agilidade — por exemplo, ao avaliar um nódulo palpável ou um achado da mamografia.
Por ser um exame complementar realizado no consultório, o ultrassom é cobrado separadamente da consulta. A Dra. Larissa sempre conversa com você sobre a indicação antes de realizá-lo, para que a decisão seja tomada em conjunto. Ele não substitui a mamografia de rastreamento: os dois exames se complementam.
Sempre que possível, leve as mamografias anteriores — de preferência as imagens, e não apenas o laudo. A comparação com exames antigos é uma das ferramentas mais importantes para interpretar uma alteração. Caso seja necessário iniciar o rastreamento ou fazer um exame de controle, a Dra. Larissa solicitará novos exames na consulta. A Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda mamografia anual a partir dos 40 anos para mulheres sem risco aumentado.
Não. A mamografia é realizada em clínicas de imagem. A Dra. Larissa avalia e interpreta o resultado junto com você, examina as mamas e define os próximos passos — e, quando indicado, realiza a ultrassonografia mamária na própria consulta.
Não. BI-RADS 3 significa achado provavelmente benigno, com chance de malignidade de até 2%. Em geral, a conduta é repetir o exame em cerca de 6 meses para confirmar que a alteração está estável, mantendo o controle por aproximadamente 2 anos. Em situações específicas, a mastologista pode indicar outra conduta.
BI-RADS 4 indica um achado suspeito, e a recomendação é a biópsia para esclarecer o diagnóstico. Isso não significa câncer: muitos casos classificados como BI-RADS 4 têm resultado benigno. O ideal é agendar uma avaliação com o mastologista, que examina as mamas, revê as imagens e indica o tipo de biópsia mais adequado.
Não necessariamente. BI-RADS 0 quer dizer que o exame está incompleto: o radiologista precisa de informações adicionais — como incidências complementares, ultrassonografia ou comparação com exames anteriores — antes de dar uma classificação final.
Não. A mamografia continua sendo o exame de rastreamento do câncer de mama. A ultrassonografia é um exame complementar, útil principalmente em mamas densas, para avaliar nódulos e para esclarecer achados da mamografia.
Agende uma consulta para avaliar seus exames com a Dra. Larissa, mastologista em Pouso Alegre, com atendimento também em Ouro Fino e Santa Rita do Sapucaí (MG). Não é necessário encaminhamento médico.
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